Tema – Sistema Pitot
Objectivo – No final deste módulo os formandos deverão estar aptos a descrever detalhadamente o Sistema Pitot.
Publico Alvo – Alunos do Curso de Formação de Praças da Especialidade MELIAV.
Técnica – Recurso à investigação online, recursos fornecidos pelo formador (One-Online-Techniques). Com espaço ao debate de ideias surgidas pelas diferentes pesquisas elaboradas pelos formandos (many-to-many-techniques).
Materiais Didácticos:
Ø Fórum – para a apresentação e debate das pesquisas
ØFórum – Para a publicação do Trabalho Final
ØFórum – De uso livre para trocas de ideias, desabafos, etc…
Ø Apresentação do Sistema Pitot (pelo formador)
Ø Consulta dos sites obrigatórios:
http://www.scribd.com/doc/5401247/12-SISTEMA-PITOTSTATIC
http://www.allstar.fiu.edu/aero/PSSI.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tubo_de_Pitot
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alt%C3%ADmetro
Ø Consulta dos Sites Facultativa:
http://www.cph.eng.ufmg.br/docscph/prodgrupo17.pdf
http://alfredo6.no.sapo.pt/aero108.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmero_de_Mach
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vari%C3%B4metro
Cronograma – Vou supor que o módulo está a iniciar-se numa segunda-feira
Ø Segunda-feira – 00:00 – Inicio do módulo com a publicação das instruções, dos link´s e da apresentação sobre o tema.
Ø Terça-feira – 12:00 – Colocação dos primeiros trabalhos, no fórum para debate. Primeiros comentários do formador às pesquisas elaboradas pelos formandos de forma individual.
Ø Quarta-feira – Dia todo – Espaço para o debate com a moderação do Formador. Construção de convergências.
Ø Quinta-feira – 12:00 – Colocação dos trabalhos finais Individuais Comentários finais e avaliação do formador aos trabalhos desenvolvidos, em Fórum os comentários, individual a avaliação.
Ø Quinta-feira – 24:00 – Final do Módulo
Instruções – O trabalho deste modulo será desenvolvido em 4 fases,
Na primeira fase propõem-se que os formandos visualizem a apresentação disponível e que consultem os link´s propostos, para esta tarefa dispõem de um dia e meio para realizarem, iniciando-se Segunda-feira pelas 00:00 e terminando Terça-feira pelas 12:00.
Na segunda fase será necessário cada formando abrir um tema de Fórum com a identificação pessoal e o tema do trabalho, este deve acontecer a partir de 3ª Feira às 12:00 e até às 24:00 do mesmo dia.
Na terceira fase do Modulo será necessário que os formandos visualizem os trabalhos dos colegas e que contribuam com um comentário de no máximo uma página de texto ou esquema, mostrando a ideia a transmitir. Para esta fase do módulo está reservado o dia de Quarta-feira desde as 00:00 até às 24:00.Na quarta fase do módulo pretende-se que cada formando coloque um trabalho final com a Descrição detalhada do Sistema Pitot no Fórum destinado ao mesmo com a abertura de um novo tema com a sua identificação e tema do trabalho.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Trabalho 2 do Módulo 3
Naturalmente que faz todo o sentido preparar e executar as sessões de formação para a linha de acção segundo o processo de Gagne, mas nem sempre é fácil e nem sempre nos lembramos de todos os aspectos referidos.
Da minha experiencia enquanto formador, posso dizer que muitos dos aspectos referidos pelo método de Gagne, são por mim usados. Os que uso, regularmente, são:
- Atenção – Sempre que inicio uma sessão de formação preocupo-me em criar a atenção dos formandos, mesmo porque os temas a desenvolver são interessantes por si só, mas os aspectos que necessito que sejam objectivos finais nem sempre estão muito de acordo com a ideia inicial dos formandos.
- Recordação – Frequentemente, por não dizer quase sempre, recordo os temas já abordados, de uma forma essa prática permite um contexto base para a continuação das sessões de formação.
- Informação – Sempre, e porque as formações que tenho à minha responsabilidade, são todas elas práticas de aplicação na aeronáutica militar e civil, por essa questão é muito fácil chegar ao ponto de informação final e objectiva.
- Guia de Aprendizagem – Quase sempre consigo canalizar as minhas sessões de formação para outros níveis de aprendizagem, quer pela elaboração de trabalhos de pesquisa quer pela informação de mais possibilidades de formação quando os formandos chegam às unidades e frotas onde vão desempenhar as funções para as quais estão a ser preparados.
- Aliciar à prática – Sempre que me é possível, prefiro que sejam aulas práticas que teóricas, mais uma vez tenho a possibilidade desse tipo de formação, pela existência de simuladores no Centro e porque o NEL, vai conseguindo cada vez mais equipamentos que o permitem.
Avaliar – Frequentemente avalio o desempenho dos formandos quer pelos testes escritos quer pelos exercícios práticos desenvolvidos durante as sessões de formação.
Bem nem tudo corre bem, com efeito, raramente determino os Objectivos no inicio das sessões de formação, compreendo a necessidade desta prática mas raramente o faço. Sempre o faço no inicio da disciplina, na dita “aula de apresentação” aí sim descrevo o que vai ser focado e refiro como será efectuada a avaliação final.
Raramente dou também os feedback`s, muitas vezes devido à falta de tempo e ao facto das turmas serem grandes, mas quando se trata de trabalhos práticos sempre o faço…
Não consigo aplicar realmente no trabalho os conhecimentos adquiridos pelos formandos, embora com simuladores, estes são limitados, e serão necessários mais equipamentos na formação para que esta forma de aumentar os conhecimentos seja colocada em prática. No entanto nos trabalhos práticos é possível embora esteja a colocar este ponto do método de Gagne já no nível de trabalho efectivo…
Em termos gerais penso que passa um pouco por mais atenção minha para melhorar os aspectos que estão a meu alcance, e sem dúvida será uma grande mais valia para o sucesso da formação.
Da minha experiencia enquanto formador, posso dizer que muitos dos aspectos referidos pelo método de Gagne, são por mim usados. Os que uso, regularmente, são:
- Atenção – Sempre que inicio uma sessão de formação preocupo-me em criar a atenção dos formandos, mesmo porque os temas a desenvolver são interessantes por si só, mas os aspectos que necessito que sejam objectivos finais nem sempre estão muito de acordo com a ideia inicial dos formandos.
- Recordação – Frequentemente, por não dizer quase sempre, recordo os temas já abordados, de uma forma essa prática permite um contexto base para a continuação das sessões de formação.
- Informação – Sempre, e porque as formações que tenho à minha responsabilidade, são todas elas práticas de aplicação na aeronáutica militar e civil, por essa questão é muito fácil chegar ao ponto de informação final e objectiva.
- Guia de Aprendizagem – Quase sempre consigo canalizar as minhas sessões de formação para outros níveis de aprendizagem, quer pela elaboração de trabalhos de pesquisa quer pela informação de mais possibilidades de formação quando os formandos chegam às unidades e frotas onde vão desempenhar as funções para as quais estão a ser preparados.
- Aliciar à prática – Sempre que me é possível, prefiro que sejam aulas práticas que teóricas, mais uma vez tenho a possibilidade desse tipo de formação, pela existência de simuladores no Centro e porque o NEL, vai conseguindo cada vez mais equipamentos que o permitem.
Avaliar – Frequentemente avalio o desempenho dos formandos quer pelos testes escritos quer pelos exercícios práticos desenvolvidos durante as sessões de formação.
Bem nem tudo corre bem, com efeito, raramente determino os Objectivos no inicio das sessões de formação, compreendo a necessidade desta prática mas raramente o faço. Sempre o faço no inicio da disciplina, na dita “aula de apresentação” aí sim descrevo o que vai ser focado e refiro como será efectuada a avaliação final.
Raramente dou também os feedback`s, muitas vezes devido à falta de tempo e ao facto das turmas serem grandes, mas quando se trata de trabalhos práticos sempre o faço…
Não consigo aplicar realmente no trabalho os conhecimentos adquiridos pelos formandos, embora com simuladores, estes são limitados, e serão necessários mais equipamentos na formação para que esta forma de aumentar os conhecimentos seja colocada em prática. No entanto nos trabalhos práticos é possível embora esteja a colocar este ponto do método de Gagne já no nível de trabalho efectivo…
Em termos gerais penso que passa um pouco por mais atenção minha para melhorar os aspectos que estão a meu alcance, e sem dúvida será uma grande mais valia para o sucesso da formação.
Trabalho 1 do Módulo 3
Escolher uma sessão de formação que mais tenha gostado, é sempre difícil, passamos sempre muito tempo em formação, pelo menos comigo assim acontece. Se me é permitido escolho uma sessão de formação que tive nos Escoteiros quando do meu curso Avançado de Formação, a sessão era de “resolução de conflitos/ equipas de trabalho.”, foi-nos dada por um formador espanhol, também ele Escoteiro. Com efeito esta acção de formação veio reforçar conhecimentos que já tinha adquirido aquando do curso de fisiologia de Voo que fiz no Lumiar, foi bastante interessante tentar reconhecer os vários aspectos de uma equipa de trabalho e as sucessivas identificações dos líderes de trabalho ou mesmo do Líder da equipa. Para a questão dos conflitos e personalidades perante os mesmos foi de muita importância um exercício prático que o formador nos fez executar no exterior, parecia que estávamos a brincar uns com os outros no agora és tu e agora sou eu, mas no entanto estávamos a liderar e a ser liderados num conflito pacifico de interesses que tinha sido proposto pelo “jogo”.
Toda a formação se centrou em pontos do dia-a-dia, de situações normais, mas que nem sempre correm bem e não temos capacidade para analisarmos a situação sempre que esta requer a análise. Para mim, e como era Chefe do Grupo 213 Ota, foi de muito grande valia toda a formação que recebi nesse ano, mesmo porque se traduziu num dos melhores anos em termos de satisfação com os resultados obtidos.
Durante a formação o formador colocou-nos em situações da vida práticas e foi nos mostrando os componentes que estavam implicados, o relacionamento entre a formação teórica e a prática teve nesta sessão de formação um papel muito importante e de maior compreensão para todos.
Naturalmente, já tive outras sessões de formação militares de igual interesse, mas de todas esta é mais reveladora porque enquanto formando senti que estava a ser formado com a ajuda de conhecimentos já adquiridos e de aprendizagem de conceitos e formas de análise completamente novas, penso que a isso se chama construir formação.
Toda a formação se centrou em pontos do dia-a-dia, de situações normais, mas que nem sempre correm bem e não temos capacidade para analisarmos a situação sempre que esta requer a análise. Para mim, e como era Chefe do Grupo 213 Ota, foi de muito grande valia toda a formação que recebi nesse ano, mesmo porque se traduziu num dos melhores anos em termos de satisfação com os resultados obtidos.
Durante a formação o formador colocou-nos em situações da vida práticas e foi nos mostrando os componentes que estavam implicados, o relacionamento entre a formação teórica e a prática teve nesta sessão de formação um papel muito importante e de maior compreensão para todos.
Naturalmente, já tive outras sessões de formação militares de igual interesse, mas de todas esta é mais reveladora porque enquanto formando senti que estava a ser formado com a ajuda de conhecimentos já adquiridos e de aprendizagem de conceitos e formas de análise completamente novas, penso que a isso se chama construir formação.
Cursos de Especialização Tecnológica
Primeiro gostaria de partilhar a minha opinião sobre os Cursos de Especialização Tecnológica que vêm sendo introduzidos. Penso que é uma mais-valia que foi perdida ao longo do tempo com o fim das escolas Industriais. Na verdade temos “bons profissionais” sem qualquer qualificação. Por outro lado temos Engenheiros e quadros superiores que não garantem a qualidade do produto final porque não estão acompanhados por qualquer técnico especializado.
Os Cursos de Especialização vem, penso eu colmatar essa lacuna no mercado de trabalho e na competência das empresas, beneficiando de um produto final de melhor qualidade e de competitividade superior.
No caso da Força Aérea, sendo esta Arma militar muito especifica e requerendo uma grande qualificação de todos os seu quadros, penso que a equivalência ou a introdução dos Cursos de Especialização seria de aplicação quase directa.
Temos cursos bastante completos para as diversas funções desempenhadas pelos militares no activo, refiro-me desde os Praças até aos Oficias. Temos cursos que vão muito para além das habilitações que seriam requeridas inicialmente como base para a sua frequência, naturalmente refiro-me à área que conheço, às especialidades de Electricistas quer Meleca, Meliav, Melect ou mesmo Tmmel. Na realidade durante os Cursos destas especialidades há sempre dificuldades acrescidas, desde a escolha de candidatos para as frequentar até durante os cursos, sendo frequente o pedido de troca de especialidade por alunos que não conseguem acompanhar o ritmo do Curso. Naturalmente esta é a área que conheço, porque sei de várias outras especialidade em que o cenário volta a repetir-se.
A estrutura das Forças Armadas com os Cursos de Promoção aos diferentes postos militares, é, penso eu, um forte indicador do que se pretende que seja o mercado de trabalho de uma empresa de produção eficaz. Terá uma progressão quer na responsabilidade que assume, quer na qualificação requerida, o que leva à pergunta, será assim tão difícil concretizar equivalências entre os cursos ministrados nas forças Armadas e os Cursos ministrados nas escolas Civis? Porque não podem os militares serem reconhecidos como tendo habilitações académicas pelos cursos que vão tirando durante a sua vida militar?
Neste momento apenas são reconhecidos os cursos de licenciatura da Academia e os cursos de Sargentos do QP com o 12º ano.
Os Cursos de Especialização vem, penso eu colmatar essa lacuna no mercado de trabalho e na competência das empresas, beneficiando de um produto final de melhor qualidade e de competitividade superior.
No caso da Força Aérea, sendo esta Arma militar muito especifica e requerendo uma grande qualificação de todos os seu quadros, penso que a equivalência ou a introdução dos Cursos de Especialização seria de aplicação quase directa.
Temos cursos bastante completos para as diversas funções desempenhadas pelos militares no activo, refiro-me desde os Praças até aos Oficias. Temos cursos que vão muito para além das habilitações que seriam requeridas inicialmente como base para a sua frequência, naturalmente refiro-me à área que conheço, às especialidades de Electricistas quer Meleca, Meliav, Melect ou mesmo Tmmel. Na realidade durante os Cursos destas especialidades há sempre dificuldades acrescidas, desde a escolha de candidatos para as frequentar até durante os cursos, sendo frequente o pedido de troca de especialidade por alunos que não conseguem acompanhar o ritmo do Curso. Naturalmente esta é a área que conheço, porque sei de várias outras especialidade em que o cenário volta a repetir-se.
A estrutura das Forças Armadas com os Cursos de Promoção aos diferentes postos militares, é, penso eu, um forte indicador do que se pretende que seja o mercado de trabalho de uma empresa de produção eficaz. Terá uma progressão quer na responsabilidade que assume, quer na qualificação requerida, o que leva à pergunta, será assim tão difícil concretizar equivalências entre os cursos ministrados nas forças Armadas e os Cursos ministrados nas escolas Civis? Porque não podem os militares serem reconhecidos como tendo habilitações académicas pelos cursos que vão tirando durante a sua vida militar?
Neste momento apenas são reconhecidos os cursos de licenciatura da Academia e os cursos de Sargentos do QP com o 12º ano.
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